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Mostrando postagens de março, 2026

Meus Compositores Preferidos

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Seguindo a ideia do post anterior, em que falei sobre mamãe Shimomura, tive a ideia de falar especificamente sobre outros compositores que me acompanham ao longo da minha vida. Alguns que até já foram bastante citados por aqui, como o Sr. Asano, pois, por mais que certo jogo talvez não seja lá aquelas coisas, ele ainda assim pode deixar uma boa impressão graças à sua trilha sonora — e isso é mérito dessas pessoas incríveis. Hayato Asano Já comentei bastante sobre ele aqui, principalmente nos jogos Atelier,  onde compõe trilhas fantásticas — tanto que senti bastante falta dele no último Ryza , pois seu estilo é tão único que reconheço de longe. Fiquei muito feliz quando descobri que ele já fazia parte da franquia bem antes de Atelier Sophie , e por poder conhecer mais de sua marca nos jogos da Gust. É o tipo de compositor que espero continuar vendo nos próximos jogos dessa franquia maravilhosa. Noriyuki Iwadare Sr. Iwadare é um caso muito interessante e até engraçado, pois o c...

Yoko Shimomura

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Imagino que já deu para perceber que eu tenho um certo amor por trilhas sonoras. Por isso, quis reservar um espaço bonito para falar sobre uma certa pessoa que me inspira até hoje com seus trabalhos: aquela que é a maior responsável por todo o meu interesse, amor e carinho por trilhas sonoras e, consequentemente, por JRPGs —  Yoko Shimomura . Jogo desde criança, lá na época do Super Nintendo, mas foi no PlayStation 2 que  realmente comecei a conhecer mais desse universo, principalmente o dos JRPGs. E foi nesse período que tive meu primeiro contato com as trilhas dela, que chamaram bastante a minha atenção.  Kingdom Hearts 2  é, até hoje, um dos meus trabalhos preferidos da Shimomura. E o mais incrível é que ela continua sendo a responsável pela maior parte das trilhas da franquia até hoje — algo que, não seria o que é se não fosse por ela. Segui acompanhando bastante a carreira dela durante esses 15 anos, período em que também houve surgiram jogos notáveis,...

Detroit: Become Human

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Aproveitando o mês e alguns acontecimentos recentes relacionados a esse tema, para falar de um dos jogos mais importantes da minha vida. Detroit é facilmente uma das maiores experiências que tive; pode-se dizer que ele até mudou a minha vida e minha percepção de como ver o mundo e, principalmente, me ensinou sobre empatia. A história segue três pontos de vistas através de Connor, Markus e Kara, cada um deles com seu momento de questionar sua existência.  A narrativa é maravilhosamente bem estruturada, tem vários desdobramentos a partir das decisões tomadas e inúmeras possibilidades de desfechos, que vão de tudo deu certo até desespero total. Também é possível que ocorra a morte dos três protagonistas. Como disse antes, essa obra afetou a minha vida. Na época em que joguei, estava numa fase complicada, com um egoísmo considerável, e isso meio que refletiu bastante no meu comportamento enquanto fazia minhas escolhas. Sem entrar em muitos detalhes sobre a história e mostra...

Firewatch

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Primeiramente, quero agradecer aos criadores, mas principalmente ao povo do Reddit, que mencionou tanto esse nome quando eu estava procurando um jogo curto e interessante que tive que conferir do que se tratava. Mais um bom exemplo de jogo do qual eu não tinha ideia do que era e que, no fim, foi uma experiência bem interessante e até surpreendente. Firewatch  acompanha Henry, um homem que aceita um trabalho de guarda- florestal para poder se distanciar da sociedade após um evento delicado em seu casamento. A premissa em si já não era muito bem o que imaginava, pois o motivo da escolha do emprego tem toda uma carga dramática, como problemas de relacionamento e uma pessoa mentalmente cansada. Só que esse clima de isolamento muda um pouco com a chegada de Delilah, a chefe de Henry e companheira de rádio ao longo da história. Firewatch tem dois grandes méritos pra mim. O primeiro é me passar bem o clima dos anos 80, onde duas pessoas conversam sem ao menos saber como são, o que me deix...