Um cantinho humilde para compartilhar algumas memórias e experiências da minha vida. Sintam-se em casa.
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AriSun
Esse é meio que um piloto dum lugarzinho onde eu comento sobre outros jogos que passaram por minha vida, que não são exatamente melhores ou piores, mas que são diferentes em algum aspecto ou foram uma experiência diferente que tive em algum gênero que normalmente não escolho, já que a maioria dos jogos que consumo são J-RPGs, devido ao meu apreço pela cultura e pelo idioma japonês. Mas é sempre bom sair um pouco da bolha para conhecer estilos diferentes.
Amagami
Vou matar dois coelhos numa cajadada só com esse daqui. Simulador de encontro é um gênero que gosto bastante — eu curto um romancezinho não real de vez em quando — e esse tipo simula um pouco uma relação amorosa da adolescência, por mais que seja bem mais focado no ponto de vista masculino. Só que, no caso de Amagami, eu achei mais interessante porque ele saiu um pouco dessa linha ao mostrar mais da personagem escolhida e o que ela pensa sobre o que está acontecendo fora dos eventos de aproximação, que normalmente ocorrem nesse tipo de jogo depois que você aumenta sua afinidade com a garota.
Outro ponto diferente — e motivo de eu ter escolhido esse jogo como um diferencial nesse gênero mais nichado — é que ele tem uma estrutura de progressão que não é tão repetitiva, e o sistema de conversa para aumentar a afinidade não é tão simples, pois cada garota tem um tema com o qual tem mais afinidade, e isso não é totalmente visível para o jogador, deixando a conversa mais "natural" e também mais desafiadora.
CV: Casting Voice
CV é um "jogo" que conheci há muitos anos, bem quando eu não em que ainda não lia e nem entendia muito bem o idioma japonês, mas que me interessava pela premissa de ser um produtor de dubladores— profissionais por quem eu tenho uma admiração considerável até hoje. Nele, você atua como a pessoa que decide os projetos — como, por exemplo, o de um comercial — e então escala os dubladores que mais se encaixam no perfil do projeto. No final, acontece a gravação do produto com toda a equipe.
Mas, mesmo com uma ideia tão incrível, infelizmente é um jogo muito simples, limitado e repetitivo — o que é uma pena, considerando tantos dubladores escalados pra esse jogo. É um daqueles casos que poderiam muito bem receber uma continuação ou um novo jogo com essa ideia.
Ender Lilies: Quietus of the Knights
Possivelmente, meu primeiro Metroidvania — que tem uma exploração de mapa não linear e difícil pro cão — que normalmente apresenta uma arte muito bonita e mapas muito bem detalhados e conectados, como é o caso deste aqui. Normalmente, quando eu caio em jogos assim, é porque a arte me chamou atenção, já que não sou muito fã de jogos desafiadores. Mas, no caso de Ender, além da dificuldade considerável, tive outra surpresa muito "agradável": a vibe melancólica e uma trilha sonora absurda de linda, que meio que me "incentivou" a seguir nos desafios, na medida do possível.
É o tipo de jogo que você tenta passar um determinado chefe uma porrada de vezes, xinga ele sem dó até não poder mais, mas só sente tristeza quando você descobre quem ele era e o que estava fazendo ali...
Hades
Esse aqui é foda. Pegando o gancho de Ender Lilies, bora mais um jogo difícil pro cão — só que de outro sub-gênero que curto bastante: o Roguelite. Pode ser 2D, 3D, de tiro, de deck ou até de portas. Nesse estilo, quando rola uma derrota, parte do progresso é mantida, seja com itens para melhorias ou facilitadores.
Hades é um dos melhores que já joguei até hoje, principalmente por ter mitologia grega, uma arte incrível, humor ácido e uma bela trilha sonora. Mas é na gameplay que ele brilha bastante, pois, por mais que tenha todo um ciclo de tentativa e erro — principalmente pelo fator de sorte — , cada run (tentativa) é bem diferente da anterior, gracas à variedade de armas e poderes divinos que o Olimpo tem a oferecer.
Mas, pra não dizer que ele não tem nenhum ponto negativo, a ideia de "final verdadeiro" dele não foi muito intuitiva. Chega um momento que certas pessoas não tem mais interesse em passar mais tempo nele quanto o objetivo que é beeeeeeeem demorado exige... ai só fica chato mesmo.
Silent Hope
Desde o ano passado, venho fazendo umas pausas durante meus estudos, em que evito consumir o idioma japonês, e, em uma dessas ocasiões, encontrei um jogo simples que tem um certo carinho envolvido, e que me cativou um cadinho. Silent Hope — ou Frederica,pros íntimos é um Action RPG que não tem lá muitos diferenciais. Diria até que ele é bem repetitivo em boa parte do tempo e sem muita variedade de habilidades, mas pelo menos tinha uma historia interessante a ser contada.
Vale notar que todos os personagens do jogo são mudos, por conta de uma maldição causada pelo pai da única pessoa que tem voz. E ela fala... e como fala. Mas foi justamente a presença dela durante toda a história que deu aquele "algo a mais", principalmente quando o jogo fica mais dramático. A dubladora americana da princesa mando bem demais — tanto que esse é um dos motivos de o jogo ter ficado na minha memória, fora a belíssima abertura animada, que não precisava ser tão bem feita, e uma trilha sonora muito boa.
Com isso, fecho uma listinha humilde, que fica como um teste de um formato novo que pretendo usar futuramente, para poder comentar sobre outras obras que joguei e que talvez podem ser interessantes para alguém, assim como foram para mim — nem que seja apenas pela curiosidade de saber do que diabos se trata determinado jogo e quem sabe, até virar uma indicação.
Muito bom esse novo formato, trazer jogos que foram legais em alguns pontos, principalmente os que não são tão conhecidos. Traz um interesse ao menos de pesquisar um pouco sobre. Lembro que comentou sobre este dos dubladores comigo, achei uma proposta incrível, pena que o jogo não aprofundou tanto.
A ideia desse "quadro" é mais falar sobre de uns mais nichados mesmo, principalmente os que são exclusivos do Japão. Mas também alguns que passei e deram uma impressão legal nem que seja apenas pela arte ou trilha sonora.
Decidi começar com essa fabulosa obra que foi um dos motivos para que eu tivesse a ideia de criar um canto onde fosse possível falar de coisas que eu definitivamente não falaria em um espaço mais aberto, pois prezo um cadinho por minha reputação social — que talvez exista. Mas sem mais enrolação: hoje gostaria de falar sobre o incrível FMV "God bless, or Goddess" . O que diabos é um FMV (Full-Motion Video)? Eu também me fiz a mesma pergunta, mas, pesquisando um pouco sobre, descobri que é quase que uma Visual Novel só que com gravações com pessoas reais em um algum tipo de ambientação. Para mim, foi como se fosse uma uma novela interativa, pois tem um climão de novela. A grosso modo eu o classificaria como a visual novel mais única que já tive o prazer de conhecer, principalmente por ser nesse formato de filme, interativo e ser um simulador de encontro. Agora como diabos eu achei um trem desses e por que tive tanto interesse? Simples: eu adoro vasculhar jogos com artes dife...
Como diria meu grande amigo Rafa: "O adulto que aceita o cringe é mais feliz." Esse dorama é um exemplo maravilhoso e perfeito do quanto eu gostaria de falar, mas também quero que outras pessoas tenham a mesma experiência maravilhosa. Por isso, vai ser um texto breve, mas do fundo do meu coração. Gagaga é, facilmente, pra mim, uma das melhores coisas que já aconteceram na minha vida — um achado incrível num ano tão complicado, algo que vi em um timing perfeito e que aconteceu duas vezes, o que só valida a importância dele em minha vida. Antes de mais nada, já quero deixar claro que ele não é apenas sobre uma moça assalariada, com a vida corrida, que ama tokusatsu e evita mostrar isso em público por muitos motivos, mas sim sobre o quanto a gente ama as coisas que amamos, independente de quem você é ou sua idade — e como tudo isso influencia a vida da gente. E para falar do como ele impactou na minha vida, quero contar um pouco sobre a minha pessoa. Eu sempre fui uma pessoa qu...
Seguindo sem mais delongas com a segunda parte, que teve um saldo bem mais positivo que o primeiro semestre. Nelke & the Legendary Alchemists Um caso muito específico por ser jogo de comemoração, sobre o qual vou tentar não me estender muito sobre a franquia, pois isso fica para outro momento. Ainda assim, esse jogo é um bom exemplo de uma boa ideia com uma execução que deixou a desejar. Atelier é uma das minhas franquias preferidas, então ver um jogo de aniversário com tantos personagens foi algo bem legal. Só que infelizmente, sinto que, se não fosse por esse fator, o jogo seria ainda pior. A ideia de gerenciar um território é bastante interessante: construir lojas e campos, recrutar alquimistas que criam itens para serem vendidos na lojas, assim aumentando a população do território e fazendo com que ele se expanda até virar uma cidade — que, no fim das contas, é o objetivo do jogo. Porém, sinto que o excesso de personagens acabou atrapalhando bastante. É gente demais para dar te...
Muito bom esse novo formato, trazer jogos que foram legais em alguns pontos, principalmente os que não são tão conhecidos. Traz um interesse ao menos de pesquisar um pouco sobre. Lembro que comentou sobre este dos dubladores comigo, achei uma proposta incrível, pena que o jogo não aprofundou tanto.
ResponderExcluirA ideia desse "quadro" é mais falar sobre de uns mais nichados mesmo, principalmente os que são exclusivos do Japão. Mas também alguns que passei e deram uma impressão legal nem que seja apenas pela arte ou trilha sonora.
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